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Sunday, April 26, 2009

Semana 35: Agradecer a D’us com União


Semana 35: Agradecer a D’us com União

Na  trigésima quinta semana no Perek Shirá os animais selvagens, chayot, cantam que D’us é bom e concede o bem (Talmud, Berachot 48b). Nesta semana ocorrem as festividades de Yom Yerushalayim e Rosh Chodesh Sivan. O mês de Sivan é ligado a tribo de Zevulun, que tem como qualidade maior a habilidade comercial, ou seja, a capacidade de ser bem sucedido dentro do mundo de “capitalismo selvagem”.
O canto dos animais selvagens é a essência do que é louvar a D’us. Usamos essas palavras na benção que dirigimos a Ele quando algo muito bom nos acontece. O fato de que esses animais, apesar de selvagens, consigam cantar todos juntos é excepcional, e está relacionado a Rosh Chodesh Sivan. Sivan é marcado pelo recebimento da Torá, e também pela união do Povo Judeu. Foi em Rosh Chodesh Sivan que todo Povo acampou no Monte Sinai “como um só indivíduo, com um só coração”. Esta união também é simbolizada pelo signo do zodíaco deste mês: gêmeos.
A festividade de Yom Yerushalayim representa a comemoração da Guerra de Seis Dias, quando Israel teve uma vitória milagrosa e Jerusalém foi reunificada. O termo Yom Yerushalyaim mencionado nos Salmos, expressa uma referência a destruição de Jerusalém, acontecimento tido como muito ruim. Depois de 1967, o termo Yom Yerushalayim tornou-se sinônimo de um dia bom e feliz, para o qual o canto dos animais selvagens é bastante apropriado.
            O Pirkê Avot desta semana nos ensina através da lição do Rabi Tsadok para que não nos separemos da comunidade, não atuemos como conselheiros quando formos juizes, e não façamos da Torá uma coroa para nos engrandecermos com ela, nem em um machado para cortar (Cap. 4-5). A afirmação de Rabi Tsadok está diretamente ligada ao recebimento da Torá e à ideia de união entre judeus enfatizada em Rosh Chodesh Sivan.
            Rabi Tsadok jejuou por quarenta anos para que o Templo em Jerusalém não fosse destruído. Rabi Yochanan ben Zakkai se pronunciou sobre o Rabi Tsadok afirmando que se houvesse mais um tsadik como ele, Jerusalém não teria sido destruída. Neste sentido, quão apropriado termos Rabi Tsadok como o rabino da semana da festividade de Yom Yerushalayim!
A combinação das sefirot desta semana resulta em malchut shebehod. Nesta semana, trazemos o serviço divino para a realidade. A lição de autoaperfeiçoamento que podemos extrair do louvor a D’us pelos animais selvagens é a de que tudo que D’us faz é para o bem; acontecimentos que parecem ruins podem futuramente se tornar bons.

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